Sexta-feira, 21 de Outubro de 2016

sexta-feira

A felicidade com pernas, era a mulher nesse dia, a atravessar a rua, a sentir de novo os ossos e a pensar no pastel de nata que podia comer se parasse dois segundos na Versailles, mas como não tem dois segundos, continua a pensar no sabor, até que se materializa na boca, vá-se lá saber porquê, e a mulher sorri com a cara toda. Um miúdo vem na sua direcção, atravessando a avenida caótica, e sorri-lhe. Qual pastel de nata, qual quê.

publicado por Patrícia Reis às 12:01
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