Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2015
A cidade passa à minha frente, a cidade a correr, o tempo engolido por sinalética, tabuletas, semáforos e outros sinais, não vejo as pessoas, a minha pressa é nenhuma, mas mesmo assim vou a correr dentro do automóvel. Porque é importante chegar e, quando lá chegar, só irei pensar em sair. O mundo não anda mais depressa só por eu precisar. Já se sabe.