Terça-feira, 13 de Setembro de 2016

terça-feira

A mulher sentiu o pânico aproximar-se como um animal rastejante, pré-histórico, sobrevivente de tudo e de todos, dominador, brutal, capaz de engolir sabedoria e razão, exercícios lógicos e afins. A mulher multiplicou em voz baixa a ideia que iria desfazer o pânico a caminho

 

É só uma entrevista, é só uma entrevista, é só uma entrevista...

 

O pânico não se atemorizou com o mantra proteccional, fez de conta que seria possível desviar-se, ir à sua vida, e depois, triunfante, apoderou-se da mulher. Nada a fazer.

publicado por Patrícia Reis às 13:47
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