Terça-feira, 27 de Setembro de 2016

terça-feira

No jogo do tudo ou nada, a mulher tem uma tendência suícida para o nada. Podia ser educação ou necessidade, na verdade é apenas a ideia que faz de si. Enfrenta o homem, uma reunião interminável, com a calma que comporta algum desdém e, em simultâneo, a habilidade de confundir os espíritos. O dia não tem fim. As peças estão no tabuleiro e ela sabe que o xadrez é a vida. O problema é que nunca foi boa no xadrez. Ou na vida.

publicado por Patrícia Reis às 18:20
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